O que era para ser apenas mais um ato político na capital tornou-se um escândalo que expõe a contradição — e a hipocrisia — de parte da oposição municipal. O vereador Riverton, conhecido por seu discurso inflamado contra a prefeita Adriane Lopes e por se apresentar como “defensor da educação”, foi flagrado em uma conversa íntima com uma das principais líderes do movimento que organiza protestos contra a gestão.
O encontro, registrado por frequentadores de um café no centro da cidade, ocorreu poucas horas após uma manifestação que, segundo aliados da prefeita, teve claro viés político e estrutura “artificial”, muito distante de um proteste espontâneo. A líder do movimento, que também é professora e figura constante nas redes de militância de esquerda, aparece em vídeos conversando de maneira próxima e reservada com o vereador, em clima que não condiz com o tom de “indignação cívica” apresentado nos atos.
Nos bastidores da Câmara, o episódio caiu como uma bomba. Colegas afirmam que Riverton já vinha ensaiando um movimento mais agressivo contra a prefeitura, mas agora a situação coloca em dúvida o verdadeiro objetivo das mobilizações: defesa da educação ou construção de palanque político?
Para aliados da prefeita Adriane, o flagrante só reforça o que vinha sendo alertado há meses — uma articulação coordenada para desgastar o Executivo municipal, usando professores como massa de manobra enquanto acordos e alinhamentos são costurados nos bastidores. A imagem de Riverton, que tentava se firmar como porta-voz dos educadores, agora enfrenta desgaste entre servidores que não admitem que a pauta da categoria seja transformada em estratégia eleitoral.
Já a base governista aponta que o caso mostra a infiltração de interesses partidários na mobilização que afirma defender a educação municipal.
Enquanto isso, o silêncio do vereador Riverton alimenta ainda mais suspeitas. Para quem acompanha a política de Campo Grande, não restam dúvidas: o episódio expôs o teatro por trás de discursos moralistas e mostrou que, para alguns, a pedagogia é apenas um disfarce para a velha política de conveniência.
O lider do protesto o Professor Washington foi candidato da FAMÍLIA TRAD em 2024

Contra Fagner foram identificadas diversas ocorrências entre 2009 e 2025 nas quais o indivíduo figura como autor .
Os registros se concentram principalmente em três tipos de fatos:
Outros Crimes
Ocorrências isoladas envolvendo:
Resistência (2025)
Violência Doméstica e Crimes Relacionados
Corresponde ao maior volume de registros. Inclui:
Lesão corporal dolosa (incluindo violência doméstica)
Ameaça (incluindo violência doméstica)
Injúria / Calúnia / Difamação no contexto doméstico
Vias de fato
Perseguição (stalking)
Essas ocorrências aparecem de forma recorrente em vários anos:
2009, 2011, 2012, 2013, 2014, 2015, 2017, 2018, 2019, 2021, 2022, 2023, 2024 e 2025.
Maus-tratos e Abandono de Incapaz
Há registros em:
2017 (maus-tratos qualificado contra menor – DEPCA)
2023 (abandono de incapaz)

Fagner de boné e o líder do protesto Professor Washington








