“O rei está nu”: enquanto manda prender e expulsar CORONÉIS DA PM E GENERAIS DO EB, “Alexandre, o Grande” não sai do “Olho do Furacão Vorcaro”

Em mais um capítulo da inquisição judicial que transformou o 8 de Janeiro em pretexto para perseguição seletiva, o ministro Alexandre de Moraes determinou a demissão imediata de coronéis da PMDF condenados pela Primeira Turma do STF por suposta “omissão” nos eventos de 2023, ignorando o ofício da própria corporação que pedia esclarecimentos sobre o rito constitucional para militares, muitos já na reserva, e atropelando garantias básicas como devido processo legal e ampla defesa.

A decisão de Moraes, que age como juiz, promotor e executor ao mesmo tempo, revela o autoritarismo disfarçado de “defesa da democracia”: enquanto criminosos comuns recebem todo tipo de benefício e progressão de regime, oficiais que cumpriram ordens ou simplesmente não adivinharam o caos em tempo real são tratados como inimigos de Estado, com penas desproporcionais de 16 anos de prisão e perda total de patentes e aposentadoria, sem que se prove qualquer ação dolosa ou conivência efetiva.

Essa pressa em destruir carreiras e famílias de militares expõe o que o Supremo vem praticando há anos: uma justiça de exceção, vingativa e desequilibrada, que pune com rigor desmedido um lado político enquanto acoberta invasões, depredações e omissões muito mais graves cometidas por outros atores, consolidando Moraes como o grande censor e algoz da nação, disposto a qualquer medida para manter o controle narrativo e eliminar vozes dissonantes.

“O rei está nu”, diz José Dirceu, ao defender reformas no STF.

Aos 80 anos, o ex-ministro da Casa Civil José Dirceu voltou ao centro do debate político ao defender mudanças profundas no Supremo Tribunal Federal (STF) e no sistema institucional brasileiro. Em entrevista à Folha de S.Paulo, ele afirmou que a corte precisa passar por um processo de autorreforma e resumiu o atual momento com uma frase contundente: “O rei está nu”.

A declaração sintetiza a avaliação de Dirceu de que o desgaste do STF junto à sociedade atingiu um nível que não pode mais ser ignorado. Para ele, o caminho mais responsável é que o próprio tribunal conduza mudanças internas, evitando uma intervenção mais dura por parte do Congresso Nacional.

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