O ex-senador Delcídio do Amaral que foi investigado na operação Lava Jato e teve seu mandato cassado e que firmou um acordo de delação premiada e o ex-secretário e ex-deputado Edson Giroto que acumula condenações por corrupção e enriquecimento ilícito em primeira e segunda instâncias, com processos ainda em andamento ou em fase de recurso estão juntos e misturados para voltarem à cena do crime em 2026.
Delcídio na época da Lava Jato assinou um acordo de delação premiada com a Procuradoria-Geral da República (PGR) em 2016, que gerou grande repercussão na Operação Lava Jato, citando diversos políticos, incluindo o ex-presidente Lula e a ex-presidente Dilma Rousseff.
Prisão e Cassação:
Ele foi o primeiro senador preso durante o exercício do mandato na história da República, em novembro de 2015, por tentar obstruir as investigações da Lava Jato (especificamente, por tentar evitar a delação de Nestor Cerveró). Seu mandato foi cassado pelo Senado em maio de 2016, o que o deixou inelegível por onze anos. Situação Atual: Muitos dos processos decorrentes de sua delação foram transferidos para a Justiça Eleitoral ou anulações de provas foram proferidas pelo STF. Em setembro de 2024, o STF suspendeu o pagamento de uma multa de seu acordo de colaboração até o trânsito em julgado de suas condenações. Em março de 2025, Delcídio retomou seus direitos políticos e manifestou interesse em buscar indenização por ter sido alvo da Lava Jato.
Giroto foi um dos principais alvos da Operação Lama Asfáltica, que investigou fraudes em obras públicas e desvio de verbas em Mato Grosso do Sul. Condenações: Ele já foi condenado em várias ações judiciais, incluindo por enriquecimento ilícito e lavagem de dinheiro, resultando em penas de prisão e na obrigação de ressarcir milhões de reais aos cofres públicos.
Situação Atual:
Em outubro e novembro de 2025 (data dos resultados da busca), Giroto recebeu novas condenações por enriquecimento ilícito, com a determinação de pagamento de R$ 11,7 milhões e suspensão dos direitos políticos. Ele já esteve preso e seus recursos judiciais tramitam em diversas instâncias, como o STF, que já manteve suas prisões em certos momentos. Os processos contra ele continuam em diferentes fases de julgamento e recurso na Justiça Federal e Estadual. Veja:
João Henrique Catan

O deputado estadual João Henrique Catan (PL) confirmou à reportagem do Site Investiga, recentemente, que é pré-candidato ao Governo do Estado e pode deixar o partido, caso não consiga a vaga. Hoje, o PL é comandado no Estado pelo ex-governador Reinaldo Azambuja (PL), que pretende levar o partido a apoiar o governador Eduardo Riedel. O ex-senador Delcídio do Amaral chamado pelo ex-governador Zeca do PT de NADA, desastre e um horror para o partido. Delcídio confirmou à reportagem que terá uma conversa com Catan e assegurou espaço para ele na chapa para o Governo do Estado. “No nosso avião tem lugar na primeira classe e na executiva também. E na janela, ainda por cima”, declarou o ex-senador.
Veja a fala de Zeca do PT ex-companheiro de Delcídio do Amaral:
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