O governo Wilson Witzel vai usar cargos de três secretarias que se encontram vagas, assim como de suas respectivas subsecretarias (7) e institutos (3), em troca de votos de deputados estaduais do Rio de Janeiro que o livrem do impeachment.
As pastas do Turismo, Trabalho e Desenvolvimento Social —consideradas secretarias técnicas— serão oferecidas aos parlamentares que ainda se mostram indecisos.
Após decisão do STF (Supremo Tribunal Federal) que interrompeu nesta semana o processo de impeachment na Alerj (Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro), o governador fluminense ganhou ao menos um mês para conseguir votos contra eventual afastamento — para isso, precisa do apoio mínimo de 35 parlamentares.
Nas contas da cúpula do Palácio Guanabara, 42 deputados ainda podem se colocar contra o impeachment. Apesar de considerar a missão quase impossível, o governo corre contra o tempo para converter esses votos.









