Grupo com histórico criminal extenso, ligado a opositores políticos e armado com canivete, transforma abertura da Cidade do Natal em palco de violência e desordem. A abertura da Cidade do Natal, realizada no último sábado em Campo Grande, se transformou em um cenário de tensão, violência e risco à população. O evento, tradicionalmente destinado a famílias, crianças e pessoas com deficiência, foi interrompido por um grupo cuja composição inclui indivíduos com fichas criminais volumosas e conexões diretas com campanhas políticas derrotadas nas últimas eleições.
A Guarda Municipal apreendeu um canivete em posse de um dos envolvidos — um fato que, segundo agentes, elevou o risco de lesões e caracterizou a ação como deliberadamente violenta, e não como manifestação. Duas pessoas foram detidas, mas os levantamentos revelam que o ataque ao evento foi orquestrado por um núcleo organizado, reincidente e politicamente motivado. Líderes do tumulto: histórico político mais reincidência criminal.
Professor Washington:

Articulador político disfarçado de vítima Embora tente se apresentar como vítima nas redes sociais, o professor Washington tem atuação política consolidada: – foi candidato a vereador na chapa de Beto Pereira; – atuou como coordenador da campanha de Rose Modesto no segundo turno; – mantém elo direto com militantes que possuem histórico criminal expressivo.
Robson Maniero:

Liderança operacional e ligação com Marquinhos Trad Um dos principais articuladores é Robson Maniero, responsável por coordenar movimentações e estimular confrontos. Ele foi: – coordenador digital da campanha de Rose Modesto; – aliado político direto do ex-prefeito Marquinhos Trad, adversário declarado da prefeita Adriane Lopes. A leitura política interna é clara: figuras marcadas por derrotas eleitorais recentes continuam mobilizando seus círculos para tensionar o ambiente público.
Fagner de Barros Umbelino:

O “braço direito” com ficha criminal mais extensa do grupo Fagner de Barros Umbelino, apontado como braço direito do professor Washington, possui um dos prontuários mais densos entre todos os envolvidos, com ocorrências registradas ano após ano por mais de 15 anos.
1. Violência doméstica, agressões e perseguição (2009–2025) Ocorrências constantes por: • lesão corporal dolosa (incluindo violência doméstica), • ameaça, • injúria, calúnia e difamação, • vias de fato, • perseguição (stalking). Registros distribuídos pelos anos: 2009, 2011, 2012, 2013, 2014, 2015, 2017, 2018, 2019, 2021, 2022, 2023, 2024 e 2025.
2. Maus-tratos e abandono de incapaz • 2017 — maus-tratos qualificado contra menor (DEPCA); • 2023 — abandono de incapaz. 3. Outros crimes • 2025 — resistência, envolvendo confronto com agentes públicos. Mesmo com esse histórico, Fagner é apresentado pelo grupo como “liderança social” e ocupa posição estratégica nas mobilizações mais agressivas.
As mulheres que se apresentam como “mães atípicas”: conexões políticas e páginas policiais LiliDaiane Ricaldi — ativismo seletivo e vínculos com o PT Com sete ocorrências policiais, incluindo tráfico de drogas, escolta de preso, direção perigosa e difamação contra funcionário público,
LiliDaiane Ricaldi:

Atuou intensamente no tumulto. Além disso, ela aparece em ações conjuntas com a vereadora petista Luíza Ribeiro, como em live realizada em junho de 2024. Luíza Ribeiro é adversária política direta da prefeita Adriane Lopes, o que reforça o caráter político do movimento.
Elisângela Silva de Souza:
Reincidência e agressividade Elisângela acumula registros por: • lesão corporal, • ameaça, • desacato, • difamação, • entre outros. Ambas integram o núcleo que tenta se apresentar como “causa social”, mas cujas práticas revelam caráter confrontacional e histórico policial.
A apreensão do canivete é apontada pela Guarda Municipal como prova definitiva de que não se tratava de um ato pacífico, mas sim de uma ação de risco, com potencial de ferir cidadãos. O objeto estava em meio a um ambiente repleto de crianças, incluindo autistas, o que configura grave ameaça à integridade física dos presentes e à segurança pública. Para as autoridades, está cada vez mais claro que o objetivo do grupo não é reivindicar melhorias, mas criar instabilidade e produzir fatos políticos.









