No discurso da oficialização da pré-candidatura, Simone disse não ter um “plano B”, para concorrer à Presidência, isto é, quer manter-se como a concorrente principal pela sucessão de Jair Bolsonaro, do PL.
Ela afirmou acreditar que tem as “mesmas chances” do que os adversários.
O mandato de Simone senadora expira em 31 de janeiro de 2023, portanto, para seguir na vaga precisaria concorrer à reeleição em 2022.
E seu partido já elabora a lista dos prováveis candidatos e praticáveis alianças. Outras eleições para o Senado, depois do ano que vem, somente em 2024.
Para Carlos Marun, ex-ministro de Estado Chefe da Secretaria-Geral da Presidência da República, no governo de Michel Temer e um dos caciques do MDB em Mato Grosso do Sul, ao menos por enquanto o “mais viável” politicamente para a Simone é “centrar as atenções na disputa federal. É claro que na [disputa] nacional”.









