MOVIMENTO FRANCÊS QUER LIMITAR NÚMERO DE FILHOS POR RAZÕES AMBIENTAIS

Uma movimento surgido na França chamado GINK (Green Inclination, No Kids), que pode ser traduzido como inclinação verde, não aos filhos, combate a procriação em nome de razões ambientais, e vem encontrando cada vez mais adeptos naquele país. Seus seguidores acreditam na falácia pseudo-científica de que uma suposta superpopulação seja a responsável pelos problemas ambientais em nível planetário.

Por conta desta crença pseudo-científica, os adeptos do movimento pretendem reduzir ou mesmo zerar a natalidade para, segundo eles, poder contribuir para o futuro da humanidade. A ação do grupo acontece na França, país que já apresenta taxas negativas de crescimento demográfico da população nativa, ao mesmo tempo em que assiste a explosão populacional do segmento muçulmano.

A estupidez dos argumentos exibidos pelos adeptos do movimento ilustra o nível de lavagem cerebral e o grau de idiotização produzidos na população europeia pelos globalistas e comunistas com suas pautas ambientalistas e anti-família. Pois a falácia da suposta superpopulação como causadora de igualmente supostos danos ambientais tem como objetivo último promover o ataque à família. Pois família pressupõe, por óbvio, filhos.

“Não quero ter filhos por razões ecológicas. Fazer um filho hoje, tendo consciência de todas as dificuldades ambientais, seria submeter alguém a uma vida mais complicada do que a nossa, em termos de energia, de alimentação, de acesso à água potável, com essa natureza cada vez mais degradada. E, por enquanto, não há nenhum sinal de mudança de cenário. Além disso, também sinto o peso da responsabilidade em relação àqueles que já existem, sejam humanos ou o resto da biodiversidade, e que já sofrem o impacto da superpopulação”.

A afirmação acima é de um homem de 32 anos, integrante do movimento GINK. Observa-se na sua fala a repetição sistemática de chavões da militância ambientalista, chavões estes que nem ele nem esta militância conseguem provar. Observa-se também o relativismo moral que acompanha seu pensamento, ao colocar no mesmo patamar de relevância os seres humanos e aquilo que é chamado biodiversidade, ou seja, os demais seres vivos, o que inclui baratas, vermes e insetos em geral.

Assim como o movimento feminista considera todo homem um estuprador em potencial, o movimento GINK considera todo ser humano um poluidor potencial, de modo que a “solução” para resolver o suposto problema ambiental do planeta consistiria em encorajar as pessoas a não terem filhos, para assim reduzir a população planetária.

A líder do movimento GINK é a feminista Paola, de 29 anos, que afirma que “não é apenas a preocupação com o meio ambiente que vai motivar a mulher a não querer ter filhos”, para em seguida engatar todos os chavões feministas e ambientalistas que, ao fim e ao cabo, miram na demonização da família, a célula base da civilização ocidental.

WhatsApp Image 2021-05-07 at 18.20.12