Após prisão de assessor e “chute na porta de cupincha”, Geraldo Resende que xingou eleitores de Dourados pode ser investigado pela PF

Presos na Operação Turn Off, os assessores da administração estadual e de um deputado federal recebem salário de R$ 7,2 mil a R$ 33,6 mil por mês, de acordo com o Portal da Transparência. Conforme o Ministério Público Estadual, eles integravam uma organização criminosa que praticava os crimes de corrupção passiva e ativa, peculato, fraudes em licitações e lavagem de dinheiro.

Assessora da Secretaria Estadual de Administração e Desburocratização, Simone de Oliveira Ramires Castro, foi presa e recebe salário de R$ 14.882,48 por mês, de acordo com o Portal da Transparência. Ela era integrante da equipe de licitações na gestão de Reinaldo Azambuja.

Assessora na Secretaria de Educação e atualmente lotada na Casa Civil, Andréia Cristina de Souza recebe R$ 7.230 por mês. Ela também teve a prisão preventiva decretada a pedido do GECOC (Grupo Especial de Combate à Corrupção).

Outro preso é o secretário parlamentar da Câmara dos Deputados, Thiago Haruo Mishima, que recebe salário de R$ 14.635,02 por mês. O assessor do deputado federal Geraldo Resende ainda tinha auxílio de R$ 1.936,86. Ele recebe o maior salário entre os 20 assessores do tucano.

Quando era assessor de Resende e de Flávio Britto na Secretaria de Saúde, Mishima recebia um salário maior, de RE$ 21,5 mil, de acordo com o Portal da Transparência.

Nota Oficial do governo de MS

O Governo do Estado de Mato Grosso do Sul informa que os servidores sob investigação, no âmbito da operação do Gaeco/Gecoc, realizada na manhã desta quarta-feira (29), resultante de inquérito sobre contratos firmados em anos anteriores, serão imediatamente afastados de suas funções.

O Governo do Estado de Mato Grosso do Sul informa que a medida visa garantir total transparência sobre contratos e procedimentos adotados pela gestão pública.

O Governo do Estado de Mato Grosso do Sul esclarece ainda que a operação não se estendeu a órgãos do Governo do Estado e que a Controladoria-Geral e a Procuradoria-Geral acompanharão as novas etapas da investigação.

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