Em sessão nesta terça-feira (3), os senadores da CPI da Covid-19 aprovaram a quebra de sigilo bancário, fiscal, telefônico e telemático do líder do governo na Câmara dos Deputados, o deputado Ricardo Barros (PP), e do também deputado Luis Miranda (DEM).
Barros foi apontado por Miranda durante depoimento à CPI sobre irregularidades no contrato da vacina indiana Covaxin. Segundo o parlamentar, o presidente Jair Bolsonaro teria atribuído as suspeitas a um “rolo” de Ricardo Barros no Ministério da Saúde.
O líder do governo deve depor na próxima semana, na quinta-feira (12). O parlamentar vem pedindo para ser ouvido desde que teve seu nome citado na comissão, mas seu depoimento foi adiado duas vezes. Ele afirma ser alvo de “inúmeras acusações, especulações e ilações”.









