O Guilherme Boulos pré-pandemia jurava que existe no país uma imensidão de trabalhadores sem teto. O Guilherme Boulos pós-pandemia resolveu que os brasileiros deveriam ficar em casa. Como pode ficar em casa quem não tem casa?, estranharam cabeças sensatas. O candidato do PSOL a qualquer coisa explicou que há várias maneiras de ser um sem-teto. Pagar alugueis escorchantes é uma delas. Outra é morar de favor na residência de um parente. Haja vigarice.
O Guilherme Boulous pré-pandemia vivia no meio de aglomerações — ora invadindo propriedades alheias, ora montando acampamentos nas calçadas das grandes cidades. O Guilherme Boulos pós-pandemia juntou-se aos loucos por um lockdown pelo menos até domingo passado, quando deu as caras na Avenida Paulista para berrar palavras de ordem contra Jair Bolsonaro. Até então, estimular aglomerações era, segundo Boulos, método privativo de um genocida disposto a tudo para expandir o massacre.
O Guilherme Boulos pré-pandemia jurava que existe no país uma imensidão de trabalhadores sem teto. O Guilherme Boulos pós-pandemia resolveu que os brasileiros deveriam ficar em casa. Como pode ficar em casa quem não tem casa?, estranharam cabeças sensatas. O candidato do PSOL a qualquer coisa explicou que há várias maneiras de ser um sem-teto. Pagar alugueis escorchantes é uma delas. Outra é morar de favor na residência de um parente. Haja vigarice.
O Guilherme Boulous pré-pandemia vivia no meio de aglomerações — ora invadindo propriedades alheias, ora montando acampamentos nas calçadas das grandes cidades. O Guilherme Boulos pós-pandemia juntou-se aos loucos por um lockdown pelo menos até domingo passado, quando deu as caras na Avenida Paulista para berrar palavras de ordem contra Jair Bolsonaro. Até então, estimular aglomerações era, segundo Boulos, método privativo de um genocida disposto a tudo para expandir o massacre.









