O anúncio do general Paulo Sérgio Nogueira de Oliveira para comandar o Exército surpreendeu o meio político por ele ter sido apontado como um dos pivôs da crise que resultou nas saídas de Fernando Azevedo e Silva e dos três chefes das Forças Armadas.
Uma fonte militar disse à Crusoé que, além de Paulo Sérgio ser “muito respeitado no Exército” e “dono de uma liderança natural”, foi determinante para sua escolha a necessidade de o governo “afastar o clima de golpe”.
Em entrevista ao Correio Braziliense no último final de semana, o general contrariou frontalmente o discurso adotado por Jair Bolsonaro ao elencar as medidas de combate ao coronavírus no Exército.









