Os senadores Chuck Grassley e Ron Johnson, que conduziram uma investigação no Senado sobre as negociações familiares do candidato democrata Joe Biden, sinalizaram nessa segunda-feira (16/11) que continuarão suas investigações em 2021, após a posse do novo Congresso.
“Não vou fechar os olhos” aos desenvolvimentos recentes da investigação, disse Johnson ao The Hill, alegando ainda que há “apetite limitado” entre os republicanos por uma renovação da investigação.
“Tony Bobulinski se apresentando, o computador sendo revelado, o FBI possivelmente iniciando uma investigação. Já tivemos muita dificuldade em obter as evidências que conseguimos para escrever um relatório e, de repente, nosso relatório meio que abriu esse impasse”, disse Johnson, chefe do Comitê de Segurança Interna do Senado.
Johnson estava fazendo uma referência a Hunter Biden e James Biden – respectivamente filho e irmão de Joe Biden – e seus negócios no exterior que se tornaram objeto de escrutínio e grande censura por parte das Big Techs no mês passado.
“Estou muito confiante de que provavelmente haverá mais transações financeiras que serão reveladas”, acrescentou Johnson.
Tanto Grassley, o chefe do Comitê de Finanças do Senado, quanto Johnson, têm investigado os negócios dos Bidens, principalmente em referência à posição possívelmente lucrativa de Hunter no conselho da empresa de gás ucraniana Burisma Holdings, que é suspeita de corrupção.








