O Brasil gerou 2,3 milhões de empregos durante a pandemia. Entre janeiro de 2020, antes de o coronavírus desembarcar no Brasil, e outubro de 2021 (data mais atual divulgada), as vagas ocupadas com carteira assinada saltaram de 38,9 milhões para 41,2 milhões. Os números aparecem no site do Ministério do trabalho.
É verdade, contudo, que, até janeiro de 2021, o mercado de trabalho ainda estava deficitário em relação ao primeiro mês do ano passado. A retomada dos empregos começou em julho de 2020, um mês depois do pior resultado durante a pandemia (37,5 milhões). A partir de então, o país entrou em um ciclo constante de expansão. A única exceção ocorreu em dezembro passado, que registrou 157 mil vagas ocupadas a menos que em novembro do mesmo ano.
Proporcionalmente, a construção foi o setor que apresentou a maior geração de empregos durante a pandemia (17%). O agronegócio aparece na segunda posição com a expansão de 12,5%, seguido de indústria (7,1%), comércio (5,1%) e serviços (4,2%).
Roraima criou mais empregos durante a pandemia (+14%). A última posição ficou com o Rio de Janeiro, que registrou uma expansão inferior a 0,1%. São Paulo, considerado o Estado mais rico do país, teve o sétimo pior resultado (5,5%) e ficou com o desempenho abaixo da média nacional (6,3%).









