O Enem será alvo de um processo de investigação do Tribunal de Contas da União (TCU). Aberto na quarta-feira 17, o procedimento apura supostas fragilidades técnicas e irregularidades na preparação da prova.
A autoria do pedido contra o governo é do Partido Socialista Brasileiro.
No olho do furacão está o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais, responsável pelo Enem. O órgão é vinculado ao Ministério da Educação passa por uma crise a poucos dias de aplicar o teste.
Entenda a crise do Enem
Conforme noticiou a Revista Oeste, 35 funcionários pediram demissão do Inep no início do mês. A demissão em massa ocorreu poucos dias depois do pedido de exoneração do coordenador-geral de exames para certificação, Eduardo Carvalho.
Além de Carvalho, deixou o Inep o coordenador-geral de logística da aplicação, Hélio Junio Rocha Morais.
Presidente do Inep sob cerco
Danilo Dupas, presidente do Inep, conseguiu na Justiça Federal do Distrito Federal a rejeição de um processo contra ele. Movimentos de esquerda tentavam removê-lo do cargo.
O magistrado Marcello Pinheiro reconheceu que a investida contra o presidente do Inep pode “representar indício de má gestão ou abuso de poder”, mas concluiu ser necessário “maior aprofundamento” sobre o pedido coletivo de exoneração, inclusive com manifestação do próprio instituto.









