Deputado enfrenta suposta separação segundo fontes nos Bastidores da Política, “climão” em evento público, risco de suspensão no Conselho de Ética e incerteza eleitoral a poucos meses de 2026 Entre bravatas de “cortar as próprias bolas” e birras contra o comando nacional do PL, o deputado federal Marcos Pollon (PL-MS) vê seu castelo de cartas desmoronar enquanto é abandonado até nas redes sociais. A crise atinge não apenas sua vida política, mas também o campo pessoal, segundo fontes próximas ao casal. Há dois anos, Marcos Pollon tentava vender a imagem do “macho alfa” da política sul-mato-grossense. Em um vídeo que agora ressurge para assombrá-lo (e divertir a internet), o deputado foi categórico ao afirmar que sua esposa não o deixaria entrar em casa caso ele apoiasse o PSDB.
Segue o print da rede social do deputado onde sua esposa não o segue mais e posta um suposto vídeo sobre traição:

A promessa foi além do matrimônio: “Eu corto minhas bolas, mas não apoio o PSDB”, bradou o parlamentar com a sutileza de um elefante em uma loja de cristais. Pois bem, o destino — ou melhor, Valdemar da Costa Neto — adora uma ironia. O “climão” que selou o fim A situação ficou ainda mais “fria” para o deputado fora dos gabinetes. Durante um evento na Câmara Municipal de Campo Grande na última semana, Pollon e sua esposa, Naiane Bitencourt, estiveram presentes e protagonizaram um baita “climão” no ar, que serviu para reforçar a tese da separação. Segundo relatos de testemunhas, os dois mal se olharam e evitaram qualquer interação, deixando evidente o desconforto entre o casal que, até pouco tempo, ostentava uma imagem de união nas redes sociais e nos eventos políticos. Recentemente, Naiane deixou de segui-lo nas redes sociais.
Conforme fontes, o casamento teria acabado, sinalizando que a profecia do vídeo de 2022 está se cumprindo: o apoio (mesmo que forçado pela sigla) ao PSDB está custando caro. Se a primeira parte da promessa — a de não entrar em casa — já parece estar em curso, o eleitorado agora aguarda ansiosamente o desfecho da segunda parte da bravata. Afinal, a coerência é o pilar de um homem público, não é mesmo? Fica a pergunta que não quer calar nos corredores da Câmara dos Deputados e nas redes sociais: E aí, Pollon, vai arrancar as bolas quando? O elefante na sala: Michelle Bolsonaro A separação ocorre no pior momento possível para Pollon, que está agarrado na saia de Michelle Bolsonaro para viabilizar sua candidatura ao Senado .
A ex-primeira-dama, no entanto, supostamente não sabe que o deputado foi largado pela mulher — justamente Naiane Bitencourt, de quem Michelle é muito amiga . A proximidade entre as duas sempre foi pública e notória. Em novembro de 2025, o próprio Pollon revelou que Michelle Bolsonaro seria madrinha de seu casamento civil com Naiane, previsto para ocorrer em 2026 para celebrar 20 anos de união . Na ocasião, o deputado explicou que o casal havia realizado apenas cerimônia religiosa no passado e agora oficializaria a união no civil com a ex-primeira-dama como madrinha . Michelle inclusive iria vir para Campo Grande especialmente para o casamento dos dois na capital. Além disso, foi Michelle quem “abençoou” a pré-candidatura de Naiane Bittencourt a deputada federal pelo PL Mulher , e sempre se referiu a ela com carinho, chamando-a de “minha menina” e destacando sua fé e integridade .
A situação agora é delicada: como explicar a Michelle que sua amiga e afilhada política foi abandonada justamente por quem ela estava ajudando a alçar voos mais altos na política? Inferno Astral no Congresso Para completar o pesadelo, o Conselho de Ética da Câmara dos Deputados deve apresentar nos próximos dias um relatório pedindo a suspensão do mandato de Pollon e de outros dois parlamentares. Em suas redes sociais, o próprio deputado reconheceu a gravidade da situação. “Hoje o Conselho de Ética apresenta um relatório para tentar suspender o meu mandato e o de outros dois parlamentares. E isso não é coincidência. De tantas pessoas que participaram das manifestações a favor da anistia, três foram pinçadas para serem perseguidas.
E dessas três, DUAS são pré-candidatas ao Senado: eu e @marcelvanhattem. Nós estamos sendo perseguidos porque nos levantamos para que se cumprisse o acordo feito de votar a anistia ampla, total e irrestrita”, escreveu Pollon. Na publicação, o deputado segue o tom habitual de denúncia contra o que chama de “sistema”. “Anistia para libertar Jair Bolsonaro, os presos do 8 de janeiro e todos os perseguidos por essa ditadura judicial cruel que se instaurou no Brasil. Eles sabem que nós temos os votos. E é justamente por isso que fizeram de tudo para impedir essa votação a qualquer custo. Agora o sistema quer tirar do jogo quem pode chegar ao Senado e colocar limites nesses abusos. Querem calar quem não abaixa a cabeça. Essa luta não é sobre mandatos. É sobre pessoas. É sobre brasileiros que estão sendo perseguidos dentro de um sistema que perdeu qualquer limite.”









